- EDIÇÃO
- Numerada à mão. Fecha quando esgota.
- PRODUÇÃO
- Pequena. Acabada à mão, em oficina, não em fábrica.
- ORIGEM
- Desenhado em Portugal. Produzido entre Portugal e Aotearoa.
- CONTEÚDO
- Classificado até a lista abrir.
- ACESSO
- O Sinal primeiro. Depois, o que sobrar.
- PARA QUÊ
- Cada unidade financia o arquivo. A história continua gratuita.
O que podemos dizer
Isto não é merch de festival com um logótipo colado. Cada peça do Drop 001 é um objeto pensado a partir da linguagem visual que as pessoas guardaram — os flyers fotocopiados, os mapas mal alinhados, as etiquetas de cassete, os carimbos de entrada. Coisas para ter em cima da mesa, na parede ou no bolso durante trinta anos.
A edição é pequena de propósito. Cada unidade é numerada e acabada à mão, numa oficina, não numa fábrica. Não há stock em armazém e não há segunda tiragem: quando o número acabar, acabou.
Tudo o que o drop render vai para manter a Cyberculture a funcionar — o arquivo, as entrevistas, a digitalização, o Cyberdeck. A história fica sempre de acesso livre.
O que ainda não podemos dizer
O que é. Quantos são. Quanto custa. Quando abre. Tudo isso é revelado à lista primeiro, numa única transmissão — e quem está na lista tem a janela de acesso antes de ser público.
O SINAL / LISTA DO DROP 001
Entra na lista. Recebe o número.
Cada pessoa na lista recebe uma posição. As posições mais baixas escolhem primeiro quando o drop abrir.
Perguntas
- Quando abre?
- Quando a edição estiver pronta e numerada. A lista sabe primeiro — não há data pública antes disso.
- Quanto custa?
- Um preço justo, revelado com o drop. Sem margens escondidas: dizemos para onde vai o dinheiro.
- Enviam para fora de Portugal?
- Sim. Portugal, União Europeia e resto do mundo, incluindo Aotearoa.
- Vai haver mais drops?
- Cada drop é uma edição própria e nunca se repete. A lista é a mesma para todos.
- Posso sair da lista?
- Com um clique, em qualquer transmissão. Não vendemos nem partilhamos o email.