Doze pontos de partida
Goa / Índia
Berço culturalO lugar onde uma comunidade internacional de praia, viagem e música gravada criou a prática que viria a chamar-se Goa trance.
LER MAIS02 / 1990s–Reino Unido
Estúdios e editorasLondres tornou-se um nó inicial de produção, edição e distribuição, ligando viajantes de Goa a estúdios, lojas e festas britânicas.
LER MAIS03 / 1990s–Alemanha
Festivais e progressiveA Alemanha transformou o circuito outdoor numa rede duradoura e foi central no desenvolvimento das linguagens progressivas.
LER MAIS04 / 1990s–Israel
Cultura de massas e exportaçãoIsrael levou Goa/psytrance a uma visibilidade popular incomum e produziu uma sucessão de artistas com alcance mundial.
LER MAIS05 / 1990s–Japão
Rede cosmopolitaO Japão tornou-se um dos primeiros grandes mercados e circuitos de festas fora da Europa, combinando importação, produção e festivais.
LER MAIS06 / 1990s–Austrália
Doofs e cultura outdoorA cultura dos doofs australianos desenvolveu formas próprias de encontro rural, decoração, som e identidade psicadélica.
LER MAIS07 / 1994–Portugal
Floresta, Boom e arquivo vivoDas festas isoladas de Setúbal ao Boom internacional, Portugal tornou-se um dos lugares simbólicos e operacionais do movimento.
LER MAIS08 / 1990s–República Checa
Rede outdoor centro-europeiaUma cena local de festas e festivais tornou a República Checa parte importante da circulação centro-europeia.
LER MAIS09 / 1990s–Itália
Cultura underground localA cena italiana desenvolveu redes pequenas e persistentes dentro de um contexto nem sempre favorável a festas underground.
LER MAIS10 / 1990s–Estados Unidos
Arquipélago de cenas regionaisNos Estados Unidos, psytrance cresceu como conjunto de cenas regionais ligadas por viagens, listas, promotores e encontros outdoor.
LER MAIS11 / 1990s–Aotearoa / Nova Zelândia
Lojas, praias e outdoorUma cena pequena ligou lojas de discos, festas urbanas e encontros outdoor a redes australianas, asiáticas e europeias.
LER MAIS12 / 2000s–Brasil / África do Sul
Novos polos do Sul globalNa viragem do milénio, circuitos brasileiros e sul-africanos tornaram-se polos internacionais de festivais, artistas e editoras.
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