151 Karangahape Road
Cyberculture abriu em 1993 em Auckland, fundada por Heath Burgoyne e Mike Weston. A AudioCulture descreve um espaço que juntava discos alternativos, industriais e eletrónicos, galeria, estúdio, videoteca e acesso gratuito à internet.[01]
Depois de 1995, a seleção aproximou-se mais do techno. Um diretório contemporâneo preserva a morada, os contactos e a classificação da loja no circuito internacional de música eletrónica.[02]
1997: o que aconteceu à loja
A Cyberculture foi vendida em 1997 ao promotor de psytrance Steve Baird, da Cydonia Records. Burgoyne abriu depois a Soulsonic; Weston passou a operar como The Area.[01]
Este projeto não se apresenta como dono de todas as fases históricas da marca. Documenta a linhagem, reconhece os intervenientes e inicia um capítulo português.
Portugal: a mesma função, outra escala
O reboot de 2026 volta à ideia original de ponto de encontro e transforma-a num arquivo público: história, festas, catálogo, ferramentas de produção e recolha de memória oral. Cyberculture fala com uma voz editorial própria; a confiança vem das fontes, das datas de revisão e das correções visíveis.
Princípios editoriais
- Português europeu primeiro; inglês completo.
- Fonte junto da afirmação, sem poluir a leitura.
- Memória oral identificada como memória até existir confirmação.
- Direitos de imagens, som e texto permanecem com os seus autores.
- Sem biografias inventadas nem culto de fundador.
- Receita visível; história sempre de acesso livre.