Estilos e linguagem
Goa trance
Forma melódica e narrativa consolidada nos anos 1990: arpejos em camadas, linhas ácidas, temas longos e progressão contínua.
Psytrance
Família ampla que emerge da linhagem Goa, geralmente com kick e baixo mais compactos, efeitos recortados e produção digital precisa.
Full-on
Ramo energético dos anos 2000: baixo motor, leads imediatos, breaks definidos e grande impacto de pista.
Progressive psytrance
Groove mais espaçoso, repetição hipnótica e desenvolvimento gradual. As fronteiras com progressive house e techno variam por época.
Darkpsy
Texturas sombrias, alta densidade, síntese dissonante e narrativa orientada para a madrugada.
Forest
Psicadelia orgânica e labiríntica, com percussão detalhada, timbres húmidos e movimento menos previsível.
Hi-tech
Ritmo extremo, mudanças rápidas, desenho sonoro hiperativo e montagem quase cinematográfica.
Psytech / psytechno
Zona híbrida entre techno hipnótico e desenho sonoro psicadélico; o nome não descreve um único padrão fechado.
Kick–bass
A relação rítmica e espectral entre o bombo e as notas de baixo. No psytrance moderno, define grande parte da sensação de velocidade e peso.
Live act
Atuação baseada em material próprio, com grau variável de execução e improvisação. Não significa automaticamente tocar cada elemento ao vivo.
A regra útil
Se duas pessoas discordam sobre a etiqueta mas descrevem o som com precisão, a descrição vale mais. No catálogo, guardamos os termos usados pela fonte e acrescentamos uma classificação editorial separada quando necessário.