Streaming, Bandcamp, redes sociais e produção digital permitem que linguagens pequenas mantenham públicos internacionais sem depender de uma única capital.
A árvore estilística deixa de ser linear. Goa regressa como neo-Goa; forest e hi-tech levam velocidade e desenho sonoro em direções distintas; psybass e psytech cruzam fronteiras de palco.
A abundância resolve o acesso e cria outro problema: contexto, autoria e cronologia ficam enterrados em feeds. O catálogo precisa de ligar ficheiros a pessoas, locais e fontes.
Uma edição numerada de objetos feitos para quem lá esteve — e para quem gostava de ter estado. O conteúdo fica classificado até a lista abrir. Quem está no Sinal recebe acesso primeiro, antes de toda a gente, e a edição não volta.