Psytrance passa a funcionar como família. Full-on aumenta o impacto, progressive abre espaço, minimal reduz o ornamento e dark leva a noite para territórios mais densos.
Israel ganha enorme visibilidade internacional; a Europa mantém uma rede forte de festivais e editoras; Brasil e África do Sul afirmam circuitos próprios. A identidade já não depende de imitar Goa.
O computador doméstico torna o estúdio mais acessível. Plugins, áudio digital e ficheiros partilhados aceleram a produção, enquanto CD e distribuição especializada ainda estruturam o catálogo.
Uma edição numerada de objetos feitos para quem lá esteve — e para quem gostava de ter estado. O conteúdo fica classificado até a lista abrir. Quem está no Sinal recebe acesso primeiro, antes de toda a gente, e a edição não volta.