Minimal, full-on, progressive, dark
Israel ganha enorme visibilidade internacional; a Europa mantém uma rede forte de festivais e editoras; Brasil e África do Sul afirmam circuitos próprios. A identidade já não depende de imitar Goa.
O computador doméstico torna o estúdio mais acessível. Plugins, áudio digital e ficheiros partilhados aceleram a produção, enquanto CD e distribuição especializada ainda estruturam o catálogo.
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A divisão, com o que se sabe e o que não se sabe
Israel torna-se o centro de maior visibilidade internacional do género. A investigação académica liga a escala da cena israelita ao regresso de jovens das grandes viagens do pós-serviço militar, e às condições em que essa geração cresce — não a um acto fundador nem a uma data.[01]
Editoras cujas datas conseguimos verificar: a Spiral Trax nasce na Suécia em 1997, de Anders Enkvist; a Peak Records, a primeira editora suíça do género, no final de 2003, de Ajja, DJ Gaspard, Master Margherita e da artista visual Tanina Munchkina; a Zenon Records em 2003, segundo a própria editora — o Discogs credita os irmãos Tim e Matt Larner, a editora credita Sensient, e publicamos as duas versões.[02][03][04]
A Iboga Records, central para o progressive, não publica um ano de fundação; a entrevista de aniversário dos vinte anos, em novembro de 2016, coloca o início por volta de 1996–97, e é assim que o citamos: como entrevista, não como registo.[05]
O que não sabemos: não encontrámos nenhuma fonte publicada que date a origem do full-on, do progressive ou do forest como sons com nome. São etiquetas que a cena adopta sem acta de fundação, e nenhuma investigação as datou.[01]