2006–2012 / GLOBAL HISTORY

O festival torna-se uma cidade temporária

Grandes encontros deixam de ser apenas lineups: tornam-se ambientes completos com arquitetura, arte, conhecimento, cura, sustentabilidade e redes internacionais.

ARTE, ECOLOGIA, WORKSHOPS, MÚLTIPLAS PISTAS5 NODES5 TECHNOLOGIESDOSSIER GLOBAL-06

Arte, ecologia, workshops, múltiplas pistas

Boom é central nesta transformação, mas não está sozinho. Festivais europeus, australianos, brasileiros e sul-africanos funcionam como pontos de circulação de artistas, tecnologias, estéticas e modelos de organização.

A internet muda a descoberta: fóruns, MySpace, download stores e vídeo online substituem gradualmente a loja e o flyer. A escala aumenta ao mesmo tempo que muitos arquivos locais desaparecem.

Nós da rede

PortugalHungaryBrazilAustraliaSouth Africa

Tecnologia em circulação

Laptop live setFERRAMENTA / MEIO
Ableton LiveFERRAMENTA / MEIO
Digital downloadFERRAMENTA / MEIO
ForumFERRAMENTA / MEIO
Online videoFERRAMENTA / MEIO

O festival como cidade

O Boom documenta ele próprio a data que interessa aqui: o Liminal Village, o seu centro de conhecimento com conferências, oficinas, filmes e debates, foi lançado em 2002 — ou seja, a transformação do festival em ambiente completo começa antes desta década e é nela que se consolida.[01]

A escala que o festival atinge está estudada academicamente, incluindo os números de bilheteira das edições recentes. É a passagem de um alinhamento para uma cidade temporária, com arquitectura, arte e programa próprio.[02]

O que não sabemos: os prémios ambientais frequentemente atribuídos ao Boom nesta década circulam sem fonte primária acessível. Preferimos não os listar até os podermos confirmar na organização que os atribui.[01]

Fontes de base

PROVA / ESTA PÁGINA

De onde vem o que está nesta página

Última verificação

  1. FONTE PRIMÁRIA Liminal Village Boom Festival

    Boom's own page: the festival launched its knowledge hub in 2002 as a platform for talks, workshops, films and showcases.

    Consultada 2026-09-03

  2. REVISTO POR PARES Heterotopia, liminality and everyday life: the Boom Festival as an epiphenomenon of otherness Tiago André M. Pereira — Universidade do Porto

    Academic study of Boom: first edition in 1997 at Herdade do Zambujal with around three thousand people, and the scale the festival later reached.

    Consultada 2026-09-03

  3. FONTE PRIMÁRIA What Are the Roots of Boom? Boom Festival / Good Mood Lda

    The organiser's own account of its origins.

    Consultada 2026-09-03

Uma afirmação sem fonte não fica nesta página como se fosse um facto. Onde a prova não existe, dizemos que não existe. Se encontrares um erro, escreve-nos pela página Contribuir — corrigimos e registamos a correção com data.

DROP 001 / OBJECTOS DO REGISTO / O SINAL PRIMEIRO

Um pedaço do registo, na mão.

Uma edição pequena e numerada de objectos físicos feitos a partir do arquivo, à mão, entre Portugal e Aotearoa. O Sinal sabe primeiro: um email, uma transmissão quando estiver pronto, o teu número na lista.

EDIÇÃO
Numerada à mão
FEITO
Portugal ↔ Aotearoa
FINANCIA
O arquivo · história gratuita
ACESSO
O Sinal primeiro

Sem spam. Uma transmissão quando abrir. Sair com um clique.

Não precisas de dar o email para usar nada disto: o arquivo é aberto, a máquina toca sem registo e o pack de 24 padrões MIDI é domínio público. Abrir a máquina →