Festivais, flyers, primeiros sites
O primeiro Boom em 1997 é uma das expressões portuguesas dessa expansão. Na mesma década, festas ao ar livre e festivais consolidavam redes na Alemanha, Austrália, República Checa, Estados Unidos e outros territórios.
Flyers guardavam mais do que estética: números de telefone, lojas de bilhetes, mapas e lineups. Os primeiros sites e listas reduziram a dependência da geografia, mas grande parte da memória ficou em formatos frágeis.
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Os primeiros festivais, verificados
O primeiro Boom é de agosto de 1997, na Herdade do Zambujal, em Águas de Moura, com cerca de três mil pessoas — é o que diz a investigação académica sobre o festival, e é a data que a organização confirma.[01]
Na Austrália, o Rainbow Serpent — hoje Rainbow Spirit — data a sua fundação de 1998 no seu próprio sítio. No Brasil, o Universo Paralello começa como festas pequenas em 1997 e 1998, e a primeira edição de vários dias é a da passagem de ano de 2000, com cerca de setecentas pessoas, fundada por Juarez Petrilho.[02][03]
Na Hungria, o que existe em 1999 não é o Ozora Festival mas o Solipse, o encontro do eclipse solar realizado em Ozora de 9 a 15 de agosto desse ano. A marca Ozora Festival só aparece em 2004. Confundir os dois é o erro mais comum sobre este período.[04]
Na Grécia, o Samothraki Dance Festival tem registos de festas a partir de 2001 e termina depois de uma rusga policial em 2003; o Aurora Festival, que muita gente confunde com ele, só chega à ilha em 2008. A distinção está feita por investigação revista por pares.[05]